
Sem querer entrar em polémica nenhuma sobre vantagens ou desvantagens de ritos (não tenho autoridade-ponto1; não percebo nada- ponto 2 que deveria ser único)não deixo de dar o meu contributo - que nasce da sensibilidade, e só dela. Não tenho paciência, não me emociono, não lobrigo ponta de espiritualidade nas "missas - espectáculo". Dedilhadas alegres em alegres guitarras,dadas por jovens ainda mais alegres que vociferam o seu amor a Deus, palmas tronituantes, desfiles pelos corredores da igreja das mais variadas coisas e gentes, de gentes que carregam as mais variadas e alegres coisas, toda essa palafernália me confunde, aguça a minha curiosidade, não digo que não (quem é aquele, e aquilo, donde vem, o que quer dizer?)mas não acrescenta nada (se não tenho cuidado até tira) àquilo que me faz entrar num templo.O recolhimento, o encontro com o divino, requer para mim um ambiente que propicie o transcendente.Encontrá-Lo, para mim, exige "desaterrar", pelo menos fazer de conta que saímos daqui. Somos nós que temos que subir até Ele, não é Ele que deve descer de forma tangivel - de modo a compreendermos(?) porque isso é impossível. A alternativa é tornamos o divino tão básico, tão terreno, que nada resta do maravilhoso.
Compreendo que a Igreja não é feita à medida de cada um, mas este fato para mim não serve. Tenho pena.
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