ESTE BLOGUE NÃO SEGUE O NOVO ACORDO ORTOGRÁFICO

Para eu me ir baloiçando, baloiçando...



terça-feira, 27 de março de 2012

As nossas razões

Ler isto . Texto corajoso que subscrevo, apesar de, no ponto de vista do autor, não ter razões de arrependimentos. Terei outras, talvez maiores.

segunda-feira, 26 de março de 2012

Comunhão solene

Local da minha - Igreja de santa Maria Madalena

Este post maravilhoso comunhão solene recordou-me a minha, já lá vão mais de quarenta anos, num dos dias mais quentes que consigo recordar.




segunda-feira, 19 de março de 2012

Ao meu pai

 Um beijo de eterna lembrança
                                                

sábado, 17 de março de 2012

Motivos Banais não fazem notícia

Há três dias que não se fala em outra coisa nas televisões, emissões especiais, com enviados especiais a todo o momento. Duas dezenas de crianças belgas morreram na Suiça - por ir à neve.
 Milhares morrem todos os dias, em África e na Ásia - por fome e  por guerra.
Motivos banais que não justificam enviados especiais

Interessa a impressão

Sei que  foi noutro tempo, noutro lugar, numa casa onde não havia flores nem cão, mas estas  só podem ser a minha avó e eu. 


Hans Anderson Brendekilde -Visiting Grandmother
  Tenho tantas saudades suas, vó!

sexta-feira, 2 de março de 2012

O Acordo Ortográfico



Ainda não o tinha dito aqui. Sou visceralmente (literalmente com vísceras, sangue, pele, ossos, tudo o que me compõe) contra o AO. Nem é por príncipios, é porque não o compreendo, não lhe encontro razão de ser nem qualquer ponta por onde se lhe pegue. E eu, que até estou sempre ponta a justificar tudo! Alguém se lembrou de arranjar protoganismo e ficar na história e, infelizmente para todos nós, como era a lingua portuguesa o que lhe estava mais à mão, toca de "retocar" a ortografia com o argumento de nos globalizarmos à ilharga dos brasileiros! A tristeza que me dá ser obrigada a ler (porque a escrever só me apanham com uma arm à frente) os dislates que por aí se vêm desde 1 de Janeiro é indescritível! Resta-me a consolação (pobre consolação, mas que ainda assim não deixa o ser) de a minha pátria (no sentido que o poeta dava à língua portuguesa) não estar ainda toda insana e de, no local onde eu aprendi a escrever a minha língua, uma fazenda no Kuanza Sul, não se ter aderido àquele desvarío. Viva Angola.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012